A parceria com a comunidade do Terra Indígena Sete de Setembro, localizada entre Rondônia e Mato Grosso, teve início em agosto de 2023.
Além de valorizar o cacau amazônico, o projeto visa gerar renda para os povos da floresta, promover sua autonomia na cadeia produtiva e garantir a qualidade na produção de chocolates bean-to-bar — aquele em que o fabricante acompanha toda a cadeia produtiva, desde a seleção das amêndoas até a barra de chocolate final.
Compartilhamos conhecimento técnico com os Paiter-Suruí, colaborando na implantação de uma casa de fermentação e orientando práticas de pós-colheita, como fermentação, secagem e seleção das amêndoas. Construímos uma relação de troca e respeito, sempre valorizando os saberes tradicionais e o tempo da floresta.
A barra, com 51% de cacau, revela um perfil sensorial único da região, com notas que lembram caramelo, castanhas e mel.
A embalagem traz grafismos inspirados em dois símbolos identitários da etnia: a pintura corporal e o colar vermelho, peça de artesanato que também representa uma importante fonte de renda.
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